Quem sou eu
Sou psicanalista, com alguns anos de prática clínica, dedicada à escuta do sofrimento psíquico em suas diferentes formas de expressão. Meu trabalho é sustentado por uma escuta cuidadosa, ética e comprometida com a singularidade de cada pessoa que chega ao consultório. Mantenho uma atenção constante à atualização teórica e clínica, entendendo a formação em psicanálise como um percurso contínuo, que se constrói ao longo do tempo, da prática e do estudo.
Atendo adultos e adolescentes, acompanhando questões relacionadas a relações afetivas, questões de trabalho e carreira, angústias, conflitos internos, momentos de crise, mudanças de vida e processos de elaboração subjetiva. A clínica, para mim, é um espaço onde o sujeito pode se ouvir com mais clareza e encontrar caminhos próprios, sem modelos prévios ou respostas prontas.
Entendo que a psicanálise só se sustenta viva quando acompanha as revisões e reestruturações que atravessam os afetos, os modos de trabalhar e os relacionamentos no tempo presente. Isso inclui, hoje, algo que atravessa praticamente todas as pessoas que atendo: os efeitos do uso das telas e das redes sociais — não só no nosso modo de viver, mas na própria subjetividade, inclusive no modo como consumimos. É um tema que venho estudando com dedicação, porque não pode ficar de fora do debate, da escuta e do olhar clínico.
Ao longo da minha trajetória, fui construindo um olhar atento e aprofundado para o trabalho com mulheres e com as maternidades. Esse percurso inclui estudos, aperfeiçoamentos teóricos e uma prática clínica consistente voltada às questões da perinatalidade, como gestação, puerpério, planejamento da maternidade e os atravessamentos emocionais que acompanham essas fases. Foi também esse compromisso que me levou a participar da proposição da Lei Ordinária nº 5.139/2025, em Bragança Paulista, que institui a Semana de Conscientização e Prevenção da Depressão Perinatal. Compreendo, no entanto, que as maternidades são múltiplas e não se esgotam nesses momentos iniciais, exigindo um trabalho psíquico e emocional contínuo da mulher e, consequentemente, da família, ao longo de todas as etapas da vida.
Sou coautora do livro Maternar – Gestar, Parir e Cuidar e, nessa mesma linha, produzi por um tempo conteúdo sobre maternidades na página do Instagram @materpsi.ale, onde ainda é possível encontrar boa parte desse material.
Não ofereço soluções universais nem modelos prontos. Cada pessoa chega com sua história, seu contexto e seu tempo — e é a partir disso que construímos, juntos, os caminhos possíveis.
Um espaço seguro e sem julgamentos.
Incentivo para que você construa suas próprias escolhas e conduza suas relações do seu jeito.
Uma escuta que não ignora o momento em que você vive suas questões, seu contexto, seu presente.
Compreensão dos padrões que se repetem nos seus vínculos (familiares, afetivos, de amizade, de trabalho) para vivê-los de outro modo.
Base clínica
Psicanálise (CETEP); Terapia de Casal e Familiar (CETEP); Sexologia (Estácio de Sá); Diagnóstico Psicanalítico (Saulo Durso Ferreira); Inteligência Emocional: Relacionamento Interpessoal (Uniasselvi); Saúde Mental no Trabalho: Equilíbrio e Desempenho Sustentável (Uniasselvi); Capacitação no Atendimento à População LGBTQIAP+ (CETEP); Autoestima: Construção, Reconstrução e Autopercepção no Contexto Clínico (Clínica Sócio-Histórica).
Atualidade e sociedade
Psicanálise e Racismo (Jaqueline Conceição); Introdução à Neurociência (Carolina Souza); Depressão: Entender para Vencer (Rodrigo Bressan); Burnout: um Problema Atual (Rodrigo Bressan); Depressão na Era Digital (Ana Suy e Alexandre Patrício de Almeida); Vício e Dependência do Outro (Lygia Humberg); A Vida Capturada (Renata Wirthmann); Era Tech (Diogo Cortiz); Nós e as Redes: Comportamento, Consumo e Socialização (Júlio Pompeu).
Maternidade
Puerpério Emocional (Instituto Puerpério); Terapeuta Perinatal (Ello Psicologia); Aspectos Emocionais na Clínica da Perinatalidade – da Gestação ao Primeiro Ano do Bebê (Instituto Maternità); VIII Jornada Winnicott e a Pediatria | O Pai Winnicottiano (IBPW); 7º Webinar RBSH – Sexualidade, Gestação e Puerpério; entre outros.

Para garantir que minha escuta seja livre de interferências e julgamentos;

Permitindo discussões construtivas sobre casos em um ambiente ético e profissional;

Para integrar conhecimentos clássicos e contemporâneos em minha prática clínica;

Os atendimentos são realizados de forma exclusivamente online, com sigilo, ética e compromisso com a singularidade de cada sujeito. Minha escuta é psicanalítica, e está aberta a todas as pessoas que desejam compreender suas experiências, emoções, repetições e relações.
Temas frequentemente trazidos para análise:
Mais do que oferecer respostas prontas, a psicanálise propõe um espaço de escuta onde você possa elaborar aquilo que precisa ser dito — e encontrado — em você. O setting terapêutico é conduzido com rigor ético, sigilo e responsabilidade, e cada atendimento é construído a partir da singularidade de quem chega.

O uso excessivo de telas e das redes sociais é um dos temas mais urgentes do nosso tempo — atravessa a infância, a adolescência, a vida adulta e a maturidade, e se faz presente em famílias, escolas e ambientes de trabalho. É um assunto que não pode mais ficar de fora do debate. A partir de estudos dedicados a essa questão — incluindo formações como Era Tech, Depressão na Era Digital e Nós e as Redes: Comportamento, Consumo e Socialização — ofereço palestras e workshops voltados a esse recorte, pensados para dialogar com diferentes tipos de público e comunidade: escolas, empresas, grupos e coletivos que queiram olhar de perto para os efeitos do mundo digital na subjetividade, nos vínculos e no cotidiano. Os formatos e temas podem ser adaptados conforme a demanda e o contexto do encontro.

Cuidar da mulher para além do papel — acolher as transformações internas que a maternidade desperta. A Terapia Perinatal oferece suporte emocional e psíquico nas transições mais desafiadoras que envolvem a maternidade: a tentativa de engravidar, a gestação, o parto, o puerpério e os primeiros anos com o bebê. Mais do que orientar ou preparar para os cuidados externos, esse trabalho tem como foco principal o bem-estar emocional da mulher e o reconhecimento das transformações internas que esse ciclo traz — em sua identidade, em seus vínculos, em seus limites e desejos. É um espaço de escuta qualificada para que a mulher possa elaborar sentimentos ambivalentes, medos, expectativas, lutos e redescobertas que muitas vezes não têm lugar para existir em meio às exigências sociais e aos roteiros idealizados sobre ser mãe
Ainda tem dúvidas? Talvez a resposta esteja aqui!
Atendo adultos e adolescentes. Dentro desse público, desenvolvi um olhar aprofundado para o acompanhamento de mulheres, considerando seus atravessamentos emocionais, escolhas e contextos de vida.
As consultas individuais são parte central do meu trabalho clínico, realizadas em formato exclusivamente online, para adultos e adolescentes.
O agendamento é feito pelos links disponíveis no site, que direcionam diretamente para o WhatsApp, onde alinhamos horários e demais informações.
Muita gente já ouviu falar de terapia, mas poucas pessoas sabem, de fato, o que ela é.
Fazer psicanálise não é receber conselhos, nem seguir um passo a passo pra “resolver” a vida. É um processo de escuta — sua e minha — sobre como você chegou a ser quem você é, e como isso aparece hoje, nas suas escolhas, nos seus vínculos, nas coisas que se repetem sem que você entenda muito bem por quê.
Não existe fórmula pronta. Cada pessoa é única no seu contexto social, cultural e econômico, em todas as suas faces — e é isso que precisa ser visto e ouvido na sua integralidade, nunca reduzido a partes soltas. É a partir disso que o trabalho se constrói, nunca ao contrário.
Pra mim, isso é também uma questão de ética. Escutar alguém de verdade significa não julgar, não cobrar que a pessoa seja de um jeito específico, não impor um caminho. Significa reconhecer que quem está ali sabe coisas sobre si mesma que ainda não conseguiu ouvir com clareza — e que meu papel é ajudar essa escuta a acontecer, com sigilo, respeito e responsabilidade.
Terapia não é sobre pressa, nem sobre certezas rápidas. É sobre se permitir compreender, aos poucos, por que você vive o que vive — e, a partir disso, ampliar o que é possível escolher.
Às vezes, esse é o único lugar onde a pessoa pode falar sobre si mesma sem medo de ser julgada e questionada. Em um tempo em que a escuta ficou rara, isso pode até parecer inédito. A psicanálise existe para ser exatamente esse lugar.