Sou psicanalista, com alguns anos de prática clínica, dedicada à escuta do sofrimento psíquico em suas diferentes formas de expressão. Meu trabalho é sustentado por uma escuta cuidadosa, ética e comprometida com a singularidade de cada pessoa que chega ao consultório. Mantenho uma atenção constante à atualização teórica e clínica, entendendo a formação em psicanálise como um percurso contínuo, que se constrói ao longo do tempo, da prática e do estudo.
Atendo adultos e adolescentes, acompanhando questões relacionadas a relações afetivas, angústias, conflitos internos, momentos de crise, mudanças de vida e processos de elaboração subjetiva. A clínica, para mim, é um espaço onde o sujeito pode se ouvir com mais clareza e encontrar caminhos próprios, sem modelos prévios ou respostas prontas.
Ao longo da minha trajetória, fui construindo um olhar atento e aprofundado para o trabalho com mulheres e com as maternidades. Esse percurso inclui estudos, aperfeiçoamentos teóricos e uma prática clínica consistente voltada às questões da perinatalidade, como gestação, puerpério, planejamento da maternidade e os atravessamentos emocionais que acompanham essas fases. Compreendo, no entanto, que as maternidades são múltiplas e não se esgotam nesses momentos iniciais, exigindo um trabalho psíquico e emocional contínuo da mulher e, consequentemente, da família, ao longo de todas as etapas da vida.
Sou coautora do livro Maternar – Gestar, Parir e Cuidar e produtora de conteúdo sobre saúde emocional, psicanálise e maternidades nas páginas do Instagram @materpsi.ale e @alecaronipsi, onde compartilho reflexões clínicas, sociais e culturais de forma acessível e responsável.
Meu trabalho é atravessado pela escuta da singularidade. Considero, em cada atendimento, a história de vida, os contextos socioeconômicos, culturais e afetivos que constituem cada sujeito. É a partir dessa compreensão que sustento a ideia de que não existem soluções universais, apenas escolhas possíveis para pessoas únicas.
Um espaço seguro e sem jugamentos
Incentivo para que você seja a protagonista das suas escolhas e relações.
Ajuda para que você encontre respostas que façam sentido para sua vida.
Apoio para encontrar formas únicas de se expressar e melhorar seus relacionamentos.

Para garantir que minha escuta seja livre de interferências e julgamentos;

Permitindo discussões construtivas sobre casos em um ambiente ético e profissional;

Para integrar conhecimentos clássicos e contemporâneos em minha prática clínica;

Os atendimentos são realizados de forma online, com sigilo, ética e compromisso com a singularidade de cada sujeito. Minha escuta é psicanalítica, e está aberta a todas as pessoas que desejam compreender suas experiências, emoções, repetições e relações.
Atendo adultos de todos os gêneros e fases da vida — com ou sem filhos, em processo de transformação pessoal, atravessando conflitos, redirecionamentos ou buscas por si mesmos.
Temas frequentemente trazidos para análise:
Mais do que oferecer respostas prontas, a psicanálise propõe um espaço de escuta onde você possa elaborar aquilo que precisa ser dito — e encontrado — em você.

Os grupos terapêuticos são espaços de escuta, troca e elaboração coletiva, mediados com cuidado e ética clínica. Neles, o trabalho acontece a partir da experiência singular de cada participante, em diálogo com questões que atravessam muitas pessoas na contemporaneidade. Os grupos não são restritos a um único tema fixo. Eles podem se organizar de forma aberta ou por recortes específicos, conforme as demandas que emergem, e abordam assuntos que frequentemente aparecem na clínica hoje.
Entre os temas trabalhados nos grupos, estão:
A proposta dos grupos não é ensinar caminhos ou oferecer respostas prontas, mas criar um espaço onde a escuta do outro favoreça novas compreensões sobre si mesmo, ampliando possibilidades de elaboração emocional.
Os grupos podem acontecer de forma online ou presencial, com datas, formatos e temas divulgados conforme abertura de novas turmas.

As rodas de conversa SPM são encontros exclusivos para mulheres.
São espaços de escuta e partilha entre mulheres, sustentados pela presença, pelo afeto e pela possibilidade de falar sem regras rígidas, sem cartilhas e sem modelos a serem seguidos.
Nesses encontros, cada mulher chega com sua história, seu tempo e suas perguntas. Os temas não são previamente fechados, eles emergem do encontro e daquilo que atravessa o grupo naquele momento.
Com frequência, aparecem questões como:
As rodas de conversa SPM não têm a intenção de ensinar como ser mulher ou como maternar. Elas existem para oferecer um espaço seguro onde a troca entre mulheres possa gerar reconhecimento, pertencimento e elaboração emocional.
Os encontros acontecem em formatos e datas variáveis, divulgados conforme abertura de novas rodas.

O atendimento online é o formato exclusivo das minhas consultas clínicas. Ele permite que o processo terapêutico aconteça com continuidade, cuidado e profundidade, independentemente da localização da pessoa atendida.
As consultas individuais são parte central do meu trabalho e são destinadas a adultos e adolescentes. Nesse espaço, são acolhidas questões emocionais diversas, como relações afetivas, angústias, conflitos internos, maternidades, maturidade, mudanças profissionais e outros atravessamentos da experiência humana.
O setting terapêutico online é conduzido com rigor ético, sigilo e responsabilidade. As sessões acontecem em horários previamente acordados e seguem uma regularidade que favorece o processo de escuta e elaboração psíquica.
Cada atendimento é construído a partir da singularidade de quem chega, sem protocolos fechados ou modelos prontos.

As palestras e workshops são encontros voltados exclusivamente para mulheres, pensados para abordar questões femininas contemporâneas, seus desafios, angústias e atravessamentos emocionais ao longo da vida.
Os temas dialogam com aquilo que frequentemente aparece na clínica e no cotidiano das mulheres hoje, respeitando suas histórias, contextos e diferentes momentos de vida. As propostas não seguem fórmulas prontas, mas oferecem reflexão, escuta e troca a partir de uma abordagem ética e sensível.
Entre os temas abordados, estão:
As palestras e workshops podem ser realizados em diferentes formatos, presenciais ou online, para grupos, instituições, empresas, espaços de cuidado e coletivos femininos.
Os temas podem ser adaptados conforme a demanda do público e o contexto do encontro.

Terapia Perinatal Cuidar da mulher para além do papel — acolher as transformações internas que a maternidade desperta A Terapia Perinatal oferece suporte emocional e psíquico nas transições mais desafiadoras que envolvem a maternidade: a tentativa de engravidar, a gestação, o parto, o puerpério e os primeiros anos com o bebê. Mais do que orientar ou preparar para os cuidados externos, esse trabalho tem como foco principal o bem-estar emocional da mulher e o reconhecimento das transformações internas que esse ciclo traz — em sua identidade, em seus vínculos, em seus limites e desejos. É um espaço de escuta qualificada para que a mulher possa elaborar sentimentos ambivalentes, medos, expectativas, lutos e redescobertas que muitas vezes não têm lugar para existir em meio às exigências sociais e aos roteiros idealizados sobre ser mãe.
Ainda tem dúvidas? Talvez a resposta esteja aqui!
Atendo adultos e adolescentes. Dentro desse público, desenvolvi um olhar aprofundado para o acompanhamento de mulheres, considerando seus atravessamentos emocionais, escolhas e contextos de vida.
As consultas individuais são parte central do meu trabalho clínico, realizadas em formato exclusivamente online, para adultos e adolescentes.
O agendamento é feito pelos links disponíveis no site, que direcionam diretamente para o WhatsApp, onde alinhamos horários e demais informações.
Maturidade, maternidades, redescoberta da mulher além da maternidade, mudanças de carreira, questões interfamiliares, sobrecarga emocional e transições da vida.
Sim. É possível formar grupos terapêuticos ou participar de grupos abertos, conforme a abertura de novas turmas. Os grupos não ficam restritos a um único tema e são organizados a partir de questões que fazem sentido para as participantes.
Os grupos terapêuticos podem abordar temas como:
Os temas são definidos conforme a proposta do grupo e as demandas que emergem das participantes.
As rodas de conversa SPM são encontros exclusivos para mulheres, voltados à escuta e à partilha.
Não seguem cartilhas nem modelos prontos. São espaços sustentados pela presença, pelo afeto e pela possibilidade de falar e ouvir em grupo, sem julgamentos.
As palestras e workshops são voltados para mulheres e podem abordar temas como:
Entrar em um processo terapêutico psicanalítico é, antes de tudo, aceitar um convite ao autoconhecimento. Não no sentido de buscar respostas prontas, mas de se permitir compreender como certas questões foram sendo construídas ao longo da vida.
Na clínica, é possível olhar para padrões que se repetem, para modos de se relacionar, para angústias recorrentes, dúvidas persistentes e conflitos que parecem retornar mesmo quando a vida muda. A psicanálise não tem como objetivo corrigir comportamentos ou ensinar como alguém deveria ser, mas ajudar a pessoa a compreender por que se tornou quem é e como vive aquilo que vive.
O trabalho acontece a partir do respeito absoluto à individualidade. Cada pessoa chega com sua biografia, sua história afetiva, seus atravessamentos familiares, sociais, culturais e econômicos. Nada disso é ignorado ou reduzido. Ao contrário, tudo isso é considerado como parte essencial da constituição daquele sujeito.
A escuta psicanalítica é uma escuta isenta de julgamentos, de cobranças de adequação ou de expectativas externas. Não se trata de moldar alguém ao que os outros esperam que ela seja, sejam esses outros quem forem. Trata-se de compreender o sujeito que está ali, no seu tempo, no seu ritmo, com seus limites e possibilidades.
Esse trabalho exige uma ética rigorosa. Ética de respeito, de cuidado e de confidencialidade. Tudo o que é trazido em sessão é protegido pelo compromisso com a privacidade e com a segurança emocional de quem fala. O setting terapêutico existe para sustentar esse lugar de confiança, onde é possível dizer o que muitas vezes não encontra espaço em outros contextos.
A proposta não é acelerar processos nem impor caminhos, mas acompanhar a pessoa na construção de uma compreensão mais profunda de si mesma. Entender quem se é, como se chegou até aqui e, a partir disso, ampliar as possibilidades de escolha na vida.