Sou Alessandra Caroni, psicanalista. Cheguei à psicanálise procurando respostas que, ao longo da vida, não vinham. Encontrei nela a possibilidade de fazer uma peregrinação pelas questões humanas, que sempre me interessaram e seguem me interessando.
Atendo adultos e adolescentes, online. Quem me procura quase sempre está em alguma transição, mesmo que ainda não tenha dado esse nome. Algumas todo mundo reconhece: a adolescência, a maternidade, a maturidade. Outras acontecem sem aviso e sem nome, no trabalho, na carreira, na vida pessoal. Minha escuta é para todas.
Na adolescência, tenho diante de mim uma pessoa com suas próprias questões, num intervalo entre a infância e o mundo adulto. Uma fase que costuma vir com angústia, dúvidas, receios e perguntas sobre pertencimento, hoje vividas também dentro das telas. Ali, o que me cabe é ouvir cada um nessa transição.
Na vida adulta, as questões se acumulam: os relacionamentos de toda ordem, amorosos, familiares, de trabalho, e o cansaço que vira burnout. O modo como cada um vive o seu gênero, os seus afetos e a sua raça faz parte dessa escuta.
A maternidade é uma das transições que mais estudei e acompanhei na clínica: a gestação, o puerpério e tudo o que vem depois, porque ela não termina nos primeiros meses. Esse envolvimento me levou a participar, em Bragança Paulista, da proposição da lei que criou a Semana de Conscientização e Prevenção da Depressão Perinatal (Lei nº 5.139/2025), e a ser coautora do livro Maternar: gerar, gestar, parir e cuidar. Parte do que produzi sobre o tema segue disponível para consulta no Instagram @materpsi.ale.
A maturidade é a transição de que menos se falava, e que vem ganhando espaço na sociedade. Há quem a chame de segunda adolescência: o corpo muda, os papéis mudam, e voltam as perguntas sobre pertencimento e sobre o que se quer daqui para a frente. Tem lugar garantido na minha clínica.
Essa peregrinação continua. Hoje ela passa pelo uso das telas e das redes sociais, que venho estudando a fundo. Não dá para pensar a saúde mental só como algo individual, sem olhar para o mundo em que a pessoa vive. E as telas são parte desse mundo: um ambiente virtual, com efeitos reais. O que me interessa é que cada pessoa possa perceber o que as telas produzem nela, e trazer isso à consciência.
Um espaço seguro e sem julgamentos.
Incentivo para que você construa suas próprias escolhas e conduza suas relações do seu jeito.
Uma escuta que não ignora o momento em que você vive suas questões, seu contexto, seu presente.
Compreensão dos padrões que se repetem nos seus vínculos (familiares, afetivos, de amizade, de trabalho) para vivê-los de outro modo.
Base clínica
Psicanálise (CETEP); Terapia de Casal e Familiar (CETEP); Sexologia (Estácio de Sá); Diagnóstico Psicanalítico (Saulo Durso Ferreira); Inteligência Emocional: Relacionamento Interpessoal (Uniasselvi); Saúde Mental no Trabalho: Equilíbrio e Desempenho Sustentável (Uniasselvi); Capacitação no Atendimento à População LGBTQIAP+ (CETEP); Autoestima: Construção, Reconstrução e Autopercepção no Contexto Clínico (Clínica Sócio-Histórica).
Atualidade e sociedade
Psicanálise e Racismo (Jaqueline Conceição); Introdução à Neurociência (Carolina Souza); Depressão: Entender para Vencer (Rodrigo Bressan); Burnout: um Problema Atual (Rodrigo Bressan); Depressão na Era Digital (Ana Suy e Alexandre Patrício de Almeida); Vício e Dependência do Outro (Lygia Humberg); A Vida Capturada (Renata Wirthmann); Era Tech (Diogo Cortiz); Nós e as Redes: Comportamento, Consumo e Socialização (Júlio Pompeu).
Maternidade
Puerpério Emocional (Instituto Puerpério); Terapeuta Perinatal (Ello Psicologia); Aspectos Emocionais na Clínica da Perinatalidade – da Gestação ao Primeiro Ano do Bebê (Instituto Maternità); VIII Jornada Winnicott e a Pediatria | O Pai Winnicottiano (IBPW); 7º Webinar RBSH – Sexualidade, Gestação e Puerpério; entre outros.

Para garantir que minha escuta seja livre de interferências e julgamentos;

Permitindo discussões construtivas sobre casos em um ambiente ético e profissional;

Para integrar conhecimentos clássicos e contemporâneos em minha prática clínica;

Os atendimentos são realizados de forma exclusivamente online, com sigilo, ética e compromisso com a singularidade de cada sujeito. Minha escuta é psicanalítica, e está aberta a todas as pessoas que desejam compreender suas experiências, emoções, repetições e relações.
Temas frequentemente trazidos para análise:
Mais do que oferecer respostas prontas, a psicanálise propõe um espaço de escuta onde você possa elaborar aquilo que precisa ser dito — e encontrado — em você. O setting terapêutico é conduzido com rigor ético, sigilo e responsabilidade, e cada atendimento é construído a partir da singularidade de quem chega.

O uso excessivo de telas e das redes sociais é um dos temas mais urgentes do nosso tempo — atravessa a infância, a adolescência, a vida adulta e a maturidade, e se faz presente em famílias, escolas e ambientes de trabalho. É um assunto que não pode mais ficar de fora do debate. A partir de estudos dedicados a essa questão — incluindo formações como Era Tech, Depressão na Era Digital e Nós e as Redes: Comportamento, Consumo e Socialização — ofereço palestras e workshops voltados a esse recorte, pensados para dialogar com diferentes tipos de público e comunidade: escolas, empresas, grupos e coletivos que queiram olhar de perto para os efeitos do mundo digital na subjetividade, nos vínculos e no cotidiano. Os formatos e temas podem ser adaptados conforme a demanda e o contexto do encontro.

A adolescência é uma fase de transição, e pede uma presença específica de quem escuta: alguém que compreenda as dificuldades, os medos e as inseguranças que vêm com ela. A família tem o seu lugar na vida do adolescente. A sessão é onde ele começa a entender o lugar dele no mundo. Ali ele encontra tempo e disponibilidade para falar, ser ouvido e, simplesmente, existir. Mais do que orientar ou preparar para os cuidados externos, esse trabalho tem como foco principal o bem-estar emocional da mulher e o reconhecimento das transformações internas que esse ciclo traz — em sua identidade, em seus vínculos, em seus limites e desejos. É um espaço de escuta qualificada para que a mulher possa elaborar sentimentos ambivalentes, medos, expectativas, lutos e redescobertas que muitas vezes não têm lugar para existir em meio às exigências sociais e aos roteiros idealizados sobre ser mA clínica com adolescentes
Ainda tem dúvidas? Talvez a resposta esteja aqui!
Atendo adultos e adolescentes. .
As consultas individuais são parte central do meu trabalho clínico, realizadas em formato exclusivamente online, para adultos e adolescentes.
O agendamento é feito pelos links disponíveis no site, que direcionam diretamente para o WhatsApp, onde alinhamos horários e demais informações.
Muita gente já ouviu falar de terapia, mas poucas pessoas sabem, de fato, o que ela é.
Fazer psicanálise não é receber conselhos, nem seguir um passo a passo pra “resolver” a vida. É um processo de escuta — sua e minha — sobre como você chegou a ser quem você é, e como isso aparece hoje, nas suas escolhas, nos seus vínculos, nas coisas que se repetem sem que você entenda muito bem por quê.
Não existe fórmula pronta. Cada pessoa é única no seu contexto social, cultural e econômico, em todas as suas faces — e é isso que precisa ser visto e ouvido na sua integralidade, nunca reduzido a partes soltas. É a partir disso que o trabalho se constrói, nunca ao contrário.
Pra mim, isso é também uma questão de ética. Escutar alguém de verdade significa não julgar, não cobrar que a pessoa seja de um jeito específico, não impor um caminho. Significa reconhecer que quem está ali sabe coisas sobre si mesma que ainda não conseguiu ouvir com clareza — e que meu papel é ajudar essa escuta a acontecer, com sigilo, respeito e responsabilidade.
Terapia não é sobre pressa, nem sobre certezas rápidas. É sobre se permitir compreender, aos poucos, por que você vive o que vive — e, a partir disso, ampliar o que é possível escolher.
Às vezes, esse é o único lugar onde a pessoa pode falar sobre si mesma sem medo de ser julgada e questionada. Em um tempo em que a escuta ficou rara, isso pode até parecer inédito. A psicanálise existe para ser exatamente esse lugar.